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INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Escola Superior AgráriaServiços Analíticos
ESAPL, 2005 Todos devem participar e intervir! Download da versão para impressão Nenhum trabalho é tão importante e tão urgente, que não possa ser planeado e executado com segurança. A segurança é uma responsabilidade colectiva que requer a cooperação de todos os indivíduos do laboratório. Lembre-se: · O seu primeiro acidente pode ser o último. · Os acidentes não acontecem, são causados. · Na dúvida, consulte este manual ou o técnico responsável pelo laboratório. · Siga as normas de segurança estabelecidas.
PrefÁcio Este manual destina-se a todos os usuários dos Serviços Analíticos da ESAPL, funcionários docentes e não docentes e alunos. Pretende-se contribuir para uma cultura de segurança no laboratório através da introdução de regras e de normas de segurança laboratorial. Saliente-se que este manual não pode cobrir todos os aspectos relacionados com segurança: se uma prática perigosa não estiver mencionada neste Manual, a omissão não pode ser usada como desculpa para isentar de responsabilidade os indivíduos que a executam. Quaisquer dúvidas relativamente ao conteúdo deste manual podem ser esclarecidas junto à Responsável pelos Serviços Analíticos – Ana Paula Vale. Telefones de emergência: Telefonista da ESAPL - 9 Guarda da ESAPL – 962487740 Bombeiros - 258 909200 Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) - 112 Hospital - 258 909500 Centro de Informação Anti-Venenos - 808 250 143 Polícia - 258 743768
1. Regras Básicas de Segurança 2. Regras básicas em caso de incêndio no laboratório 2.1. Procedimento em Incêndios de pequeno porte2.2. Procedimento em Incêndios de Grande Porte2.3. Regras Gerais em situação de incêndio 4. Normas de Segurança no Laboratório 5. Normas de funcionamento de aulas praticas laboratoriais 6. Normas de Funcionamento de trabalhos inerentes a Projectos de investigação 7. Normas de Funcionamento de trabalhos de estágio de fim de curso
Anexos A2 - Sinalização de emergência A6 - Características dos Agentes Extintores de Incêndios
Laboratórios são lugares de trabalho que necessariamente não são perigosos, desde que sejam tomadas certas precauções. Todo aquele que trabalha em laboratório deve ter responsabilidade no seu trabalho e evitar atitudes que possam acarretar acidentes e possíveis danos para si e para os demais. Deve ainda prestar atenção à sua volta e prevenir-se contra perigos que possam surgir do trabalho de outros, assim como do seu próprio. O usuário de laboratório deve adoptar sempre uma atitude atenciosa, cuidadosa e metódica no trabalho que executa. Deve, particularmente, concentrar-se no trabalho que faz e não permitir qualquer distracção enquanto trabalha. Da mesma forma não deve distrair os demais usuários durante a execução dos trabalhos no laboratório. Os acidentes resultam normalmente de uma atitude indiferente dos utilizadores, da ausência de senso comum, da falha no cumprimento das instruções a seguir ou da pressa excessiva na obtenção de resultados. Os acidentes podem ser evitados, ou pelo menos terem as consequências minimizadas, desde que sejam tomadas as devidas precauções. Para isso é fundamental ter sempre presente que a segurança no trabalho depende da acção de todos e não apenas das pessoas encarregadas especificamente em promovê-la. Antes de qualquer trabalho laboratorial o operador deve estar informado sobre os riscos dos produtos químicos e dos equipamentos a utilizar, bem como conhecer as precauções de segurança e os procedimentos de emergência a ter em caso de acidente, para se proteger dos possíveis riscos. O operador deve ter por hábito planear o trabalho que vai realizar, pois só assim o poderá executar com segurança. Todos os usuários do laboratório devem: a) Seguir cuidadosamente as regras e normas de segurança presentes neste manual, as instruções de segurança referentes à manipulação de reagentes e de equipamentos (Manual de Segurança em Laboratórios – ESAPL) e a sinalização de emergência, de aviso, de segurança, de proibição e de obrigação (ver quadros A1, A2, A3, A4 e A5); b) Conhecer perfeitamente a localização e funcionamento de todo o equipamento de emergência localizado no seu local de trabalho, nomeadamente Extintores, Bocas-de-incêndio e baldes de areia, detecção de incêndio, fontes lava-olhos, chuveiros de emergência e telefones (números de emergência) da telefonista, dos bombeiros e do hospital; c) Ter conhecimento do Plano de Emergência Interno e ser periodicamente testado; d) Conhecer as Plantas de Emergência com instruções especiais para laboratórios. Todos os usuários devem ter este Manual e o Manual de Segurança sempre à mão no laboratório e devem relê-lo periodicamente, pois não devemos esquecer que o risco de acidente é maior quando nos acostumamos a conviver com o perigo e passamos a ignorá-lo. A segurança de um laboratório está apoiada na determinação de cada um de seus elementos: Você é responsável por si e por todos!
1. Regras Básicas de Segurança
As regras e conselhos gerais para desenvolver um trabalho com segurança, estão principalmente relacionados com a organização. Isto significa que o tempo dedicado à organização das actividades de laboratório contribui igualmente para prevenir riscos químicos, biológicos e acidentes inerentes à manipulação de reagentes e de equipamentos.
Adaptado de: www.mbio.ncsu.edu/ JWB/MB409/lab/labs.html
01. Guarde os objectos pessoais (bolsas, casacos, etc.) nos armários existentes na área externa aos laboratórios; 02. Leve para o laboratório apenas o indispensável à realização do trabalho; 03. Use sempre bata branca (mistura de algodão e fibra) até aos joelhos, com mangas compridas e fechada; 04. Use os óculos protectores de olhos, sempre que desenvolver trabalhos cujos procedimentos aconselhem a sua utilização; 05. Tome conhecimento da localização do quadro de electricidade; 06. Não fume, não coma ou beba no laboratório; 07. Não trabalhe com os cabelos soltos, amarre-os; 08. Não trabalhe em laboratório com lentes de contacto, pois podem absorver produtos químicos e causar lesões nos olhos; 09. Não use relógios, pulseiras, anéis ou qualquer ornamento durante o trabalho no laboratório; 10. Caminhe com atenção e nunca corra no laboratório; 11. Utilize os aparelhos só depois de ter lido e compreendido, as respectivas instruções de manuseamento e segurança; 12. Tome conhecimento das propriedades físicas e da toxicidade dos reagentes antes de iniciar uma experiência; 13. Nunca pipete com a boca, use pipetadores em qualquer circunstância que utilizar pipetas; 14. Não leve a mão à boca ou aos olhos quando estiver a manusear produtos químicos; 15. Nunca deixe frascos de reagentes abertos; 16. Cuide da limpeza adequada do material utilizado para não contaminar os reagentes; 17. Nunca deixe frascos contendo reagentes inflamáveis próximos duma chama; 18. Nunca aqueça um recipiente fechado; 19. Sempre que efectuar uma diluição de um ácido concentrado, adicione lentamente e sob agitação o ácido sobre a água, nunca o contrário; 20. Ao aquecer um tubo de ensaio contendo qualquer substância, nunca volte a extremidade aberta do tubo na sua direcção ou na de outra pessoa próxima; 21. Ao testar o odor de um produto químico, desloque os vapores que se desprendem do frasco com as mãos, na sua direcção. Nunca coloque o frasco sobre o nariz. Tenha em atenção que este teste nem sempre pode ser feito; 22. Siga correctamente o protocolo da aula ou da experiência e não improvise, pois improvisações podem causar acidentes; 23. Tenha presente que todas as substâncias são tóxicas, dependendo da sua concentração; 24. Nunca confie no aspecto de um produto, procure conhecer as suas propriedades para manipulá-la; 25. Evite qualquer contacto dos reagentes com a pele; 26. Use sempre a hotte para experiências em que ocorra a liberação de gases ou vapores; 27.Trabalhando com reacções perigosas, explosivas, tóxicas, ou cuja periculosidade é desconhecida, use sempre a hotte e tenha um extintor por perto; 28. Não despeje material insolúvel nos pios de lavagem (sílica, carvão activo, etc.). Use um frasco de resíduos apropriado; 29. Não despeje resíduos de solventes nos pios de lavagem. Os resíduos de reacções devem ser inactivados e depois armazenados em frascos adequados; 30. Nunca coloque no lixo restos de reacções; 31. Findo o seu trabalho experimental, verifique, se as torneiras de água e de gás se encontram fechadas e se os aparelhos eléctricos foram devidamente desligados; 32. Evite trabalhar sozinho, e fora das horas de trabalho convencionais; 33. Em caso de acidente, por mais insignificante que pareça, comunique imediatamente ao professor ou ao técnico do laboratório; 34. Aprenda a usar um extintor antes que o incêndio aconteça; 35. Em caso de acidente, mantenha a calma, desligue os aparelhos próximos, inicie o combate ao fogo, isole os inflamáveis e chame os Bombeiros; 36. Em caso de acidente (por contacto ou ingestão de produtos químicos) procure o médico indicando o produto utilizado; 37. Não entre em locais de acidentes sem uma máscara contra gases; 38. Se num acidente atingir os olhos com um produto químico, deve abrir bem as pálpebras e lavar com bastante água. Atingindo outras partes do corpo, deve retirar a roupa impregnada e lavar a pele com bastante água. 2. Regras básicas em caso de incêndio no laboratório
Nos laboratórios a segurança face à exposição a substâncias ou preparações químicas é da responsabilidade de quem as usa, pelo que, cada investigador deverá conhecer as respectivas características de perigosidade dos produtos. Início2.1. Procedimento em Incêndios de pequeno porte |
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Regras gerais de segurança |
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1. Não comer, beber, mascar pastilhas, tomar medicamentos ou colocar cosméticos. |
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2. Não correr nem fazer movimentos bruscos. |
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3. Utilizar bata e óculos de protecção. |
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4. Não provar, cheirar ou tocar em produtos químicos. |
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5. Prender o cabelo comprido e não usar anéis. |
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6. Lavar as mãos no final do trabalho. |
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7. Deixar sempre o laboratório limpo e arrumado. |
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Quadro A2 – Sinalização de emergência
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Fornecem informações de salvamento de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos e equipamentos, etc.
Têm forma rectangular, fundo verde e
pictograma a branco.
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Saída de emergência à esquerda |
Posto de primeiros socorros |
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Lava-olhos de emergência |
Direcção a seguir |
Quadro A3 – Sinalização de Aviso
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Indicam situações de atenção, precaução ou verificação de acordo com o pictograma inserido no sinal.
São utilizados em
instalações, acessos, aparelhos, instruções
e procedimentos, etc.
Têm forma
triangular, o contorno e pictograma a preto
e o fundo amarelo. |
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Perigo de incêndio |
Perigo de electrocussão |
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Perigo - Altas temperaturas |
Perigo - Substâncias Corrosivas |
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Perigo de Intoxicação |
Perigos vários |
Quadro A4 – Sinalização de obrigação
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Indicam comportamentos ou acções específicas e a obrigação de utilizar equipamento de protecção individual de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalações, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.
Têm forma circular, fundo azul e pictograma a
branco. |
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Protecção obrigatória dos olhos |
Protecção obrigatória das mãos |
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Protecção obrigatória dos olhos e vias respiratórias |
Protecção obrigatória das vias respiratórias |
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Obrigatório lavar as mãos |
Protecção obrigatória do corpo |
Quadro A5 – Sinalização de Proibição
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Indicam atitudes perigosas de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.
Têm forma circular, o contorno vermelho,
pictograma a preto e o fundo branco. |
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Proibição de fumar |
Proibição de fazer lume e de fumar |
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Proibição de apagar com água |
Proibição de beber água |
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Proibição de lavar as mãos |
Proibição de comer ou beber |
Quadro A6 – Características dos Agentes Extintores
de Incêndios
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Agente |
Classe Incêndio |
Vantagens |
Desvantagens |
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Água (Em jacto ou pulverizada) |
A |
* Deve ser usado sempre que não haja contra-indicações (de preferência deve ser pulverizada) * Bom poder de penetração |
* Os líquidos em chamas flutuam na água, fazendo alastrar o incêndio, e projectam-se perigosamente pela acção do vapor de água formado * Não adequada para fogos eléctricos |
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Neve carbónica (Extintor com dióxido de carbono sob pressão que solidifica quando se expande bruscamente) |
B C |
* Não deixa resíduo o que o torna mais adequado para equipamento sensível * O mais adequado para líquidos extremamente inflamáveis |
* Atinge temperaturas da ordem dos - 80ºC por isso não se deve tocar no difusor (campânula do tubo de descarga) * Em incêndios da classe A controla apenas pequenas superfícies * Tem um recuo acentuado devido à alta pressão do gás * Contra-indicado para locais onde existam produtos explosivos |
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Espuma física (Produzida a partir de uma mistura de água e substâncias tensioactivos por injecção mecânica de ar) |
A B |
* Muito bom para líquidos extremamente inflamáveis * Pode ser utilizada em situações de incêndio iminente com acção preventiva. * Cobertura de espuma evita reignições |
* Deixa resíduo húmido. * Não adequado para fogos eléctricos. * Requer uma instalação fixa |
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Espuma Química (Extintor em que ocorre uma reacção que liberta o gás dióxido de carbono que fica disperso num líquido formando espuma) |
A B |
* Muito bom para líquidos extremamente inflamáveis * Cobertura de espuma evita reignições |
* Deixa resíduo húmido * Não adequado para fogos eléctricos |
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Pó normal (Extintor em que o pó e bicarbonato de sódio ou de potássio) |
B C |
* Forma uma nuvem de poeira que protege o operador. * Não é tóxico |
* Deixa resíduo difícil de limpar. * Pode danificar equipamento. * Nuvem de pó diminui a visibilidade |
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Pó polivalente (Extintor em que o pó é dihidrogenofosfato de amónico) |
A B C |
* Forma uma nuvem de poeira que protege o operador. * Dá para três classes de fogos |
* Deixa resíduo difícil de limpar. * Pode danificar equipamento. * Toxicidade Baixa * Nuvem de pó diminui a visibilidade |
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Pó especial (Extintor em que o pó é grafite ou cloreto de sódio ou pó de talco, etc.) |
D |
* Único extintor adequado para incêndios da classe D. Qualquer outro tipo de extintor provoca reacções violentas |
* Não adequado para outros classes de incêndios para além da classe D. * Terá que se utilizar um pó adequado para cada caso específico. |
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Areia |
A D |
* Por vezes é o único meio de extinção disponível para incêndios da classe D |
* Manipulação pouco prática * Pode danificar o equipamento |
Quadro A7 – Classificação dos incêndios
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Classe |
Designação |
Símbolo |
Tipo de Combustão |
Combustíveis |
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A |
Fogos de Sólidos (Também chamados Fogos Secos) |
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Fogos que resultam da combustão de materiais sólidos, geralmente à base de celulose, os quais dão normalmente origem a brasas. |
Madeira, Papel, Tecidos, Carvão |
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B |
Fogos de Líquidos (Também chamados Fogos Gordos) |
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Fogos que resultam da combustão de líquidos ou de sólidos liquidificáveis |
Álcoois, Acetonas, Éteres, Gasolinas, Vernizes, Ceras, Óleos, Plásticos. |
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C |
Fogos de Gases |
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Fogos que resultam da combustão de gases |
Hidrogénio, Butano, Propano, Acetileno, |
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D |
Fogos de Metais (Também chamados Fogos Especiais) |
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Fogos que resultam da combustão de metais |
Metais em pó (alumínio, cálcio, titânio), Sódio, Potássio, Magnésio, Urânio |
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E |
Fogos Eléctricos
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Fogos que resultam de curto-circuitos ou sobrecargas térmicas em equipamentos eléctricos |
Material eléctrico e electrónico
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